Nada mais indicado do que o Mergulho para escapar à rotina do dia-a-dia e proporcionar -nos o mundo de silêncio total e de beleza absoluta.
Não havendo sempre a possibilidade e disponibilidade de mergulhar nada melhor do que este espaço para verem e rever alguns mergulhos.
E um mergulho no mais formoso dos Ilhéus que há nas ilhas.
Aproveitando a forma circular do Ilhéu de Vila Franca do Campo Guy da Costa e Henrique Araújo fazem-se ao mar e na parte mais abrigada Guy da Costa e o seu fato Nava 7mm fazem um magnifico mergulho.
Na paragem de segurança, após 65 minutos de mergulho, com visibilidade de 10 metros, um exemplar de uma colónia de salpa desta vez a salpa cylindica.
Os arrojamentos são circunstâncias em que animais marinhos invertebrados ou vertebrados (sendo estes casos mais conhecidos, essencialmente cetáceos, pinípedes, lontras e tartarugas marinhas) ficam encalhados na costa. Os animais arrojados podem encontrar-se mortos, em vários estados de decomposição, ou mais raramente, vivos. Quando vivos, os animais apresentam normalmente comportamentos fora do comum devido ao stress causado pela própria condição de arrojamento.(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)
Arrojamento do peixe Capros aper ( Peixe Pau) é um fenómeno ocasional, encontrando-se explicado do ponto de vista científico.
De tempos a tempos, há arrojamentos de peixe-pau (Capros aper), trombeteiro (Macroramphosus scolopax) e mictofídeos mortos nos Açores. Estes peixes são dos mais comuns no Atlântico e estão na base da cadeia trófica de alguns dos grandes peixes pelágicos. Nos primeiros anos em que este facto foi registado e em que o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores já estava activo, foram realizados estudos tendentes a identificar o que teria acontecido a estes pequenos peixes.
Depois de analisados, concluiu-se que tinham morrido por falta de alimento. Fazendo uma busca às imagens de satélite concluiu-se que o que tinha acontecido era o seguinte: a saída da corrente do Golfo, na América, em direcção ao Norte da Europa, por vezes, forma “pequenos” vórtices (chamados de Eddies) que se deslocam isoladamente pelo Atlântico. Estes Eddies formam assim autênticas bolsas, muito ricas em matéria orgânica, mas que estão isoladas do restante contexto por uma fronteira térmica. Aí, os peixes crescem até esgotar os recursos existentes. Quando esse esgotamento se dá perto das nossas ilhas e com o contexto oceanográfico certo (normalmente tempestades), esses peixes não chegam a afundar ou a servir de alimento para outros animais, arrojando em terra.
Este fenómeno natural explica as recentes ocorrências registadas nas ilhas de Faial, Santa Maria e São Miguel. Fonte http://www.azores.gov.pt/Gra/sram-mar/conteudos/noticias/2011/Dezembro/Arrojamento+do+peixe+Capros+aper.htm
E assim foi mais um excelente mergulho, desta vez na companhia da Açordiving Dive Centre! O Dori foi o local escolhido! A visibilidade estava boa e as condições gerais muito agradáveis! Esperemos que no fim de semana consiga-se mais qualquer coisa! Só nos resta esperar! Até lá...cumprimentos! Henrique!
A visibilidade tem estado muito boa e temperatura da agua a 15cº.
Spot com várias âncoras, zona de abrigo dos ventos W. As embarcações antigas ao fundear aqui para ficaram ao abrigo do vento iam deixando algumas âncoras para trás.
Como o próprio título indica, foi impossível resistir ao dia de ontem! Fomos os quatro (eu, Gui, Eleutério e Paulo Feijó) desfrutar de um mergulho excelente, num dos locais de eleição! O mar estava calmo, embora o vento N que soprava fresco, levantava uma carneirada baixa, mas nada de "alarmante"! Ficam aqui as fotos que consegui! Cumprimentos, Henrique Araújo!
Deixo aqui mais umas fotos do mergulho realizado no fim de semana passado! Como indica o título anterior, existem dias de inverno nos Açores que são autênticas surpresas...surpresas para quem nos visita, porque para nós que cá andamos todo o ano já se tornou um hábito há muito...! Veremos o que nos espera nos próximos dias!
Cumprimentos, Henrique Araújo!